Sou Leôncio Mendonça Filho, tenho 24 anos, formado no ano de 2006 em Marketing & Propaganda pela UNOPAR, tenho experiência de
5 anos no mercado publicitário.
"Por 2 anos e meio fui estagiário, primeiro numa agência de pequeno porte - B2Work - como estagiário em Direção de Arte e, na sequência, na equipe de comunicação de marketing de uma grande empresa londrinense de telecomunicações - Sercomtel, cumprindo duas funções: fazendo a interface com a agência que nos atendia na época e desenvolvendo peças/campanhas de maior urgência. No final deste estágio recebi uma proposta do Catuaí Shopping, também em Londrina, para atuar como Assistente de Marketing, continuando a exercer as funções que possuía no estágio anterior, de me tornar um dos braços da Comunicação no departamento mas, agora, como efetivo. Em algum tempo construí a certeza de que minha paixão era mesmo a Direção de Arte e resolvi passar de cliente para agência. Classifico estas experiências em Departamentos de Marketing muito valiosas, pois pude conhecer melhor o lado do cliente - coisa que acredito que, às vezes, faz falta para profissionais de criação.
Minha vida como de Diretor de Arte, de fato e de direito, começa em Maio de 2007, quando recebi uma proposta da SpB Comunicação para exercer tal função. Durante o período na SpB tive a oportunidade de desenvolver diversos trabalhos para bons clientes do norte do Paraná e alguns do interior paulista, fazer bons amigos, estudar e aprender muito. No início de 2009 me mudei pro interior paulista, me refugiando da rotina chata numa agência supimpa em Campinas, chamada Jota Propaganda."
Acredito e defendo a mudança. Seja na barba, no pensamento, nas atitudes, na casa, na cidade, o que for. Mudar é bom, mudar faz o ser humano experimentar coisas novas e, consequentemente, crescer.
Geralmente falo o que penso. Mas não ao mesmo tempo: penso antes - e mais - do que falo. Meus amigos dizem que sou uma pessoa fácil de se conviver - apesar de minha família, por vezes, me dizer o contrário. Assumo a culpa, eu sei ser chato - mas evito.
Tenho boas paixões e gosto de cultivá-las: a música - cuja descobri que nasci para apreciar, não para fazer, numa tentativa frustrada de ser baterista; as expressões artísticas; o cinema - que o digam Tim Burton, Lars Von Trier, Quentin Tarantino, irmãos Coen, Guy Ritchie, Michel Gondry. Ah! O Selton Mello entrou pra essa lista também; uma boa conversa, em torno de bons petiscos e uma boa bebida; bons amigos; minha amada Luciana.
É isso, aprecie sem moderação.